quinta-feira, 12 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

Gosta de vampiros?


Juana(orkut)
Breve biografia e obras completas
Anne Rice nasceu em 4 de outubro de 1941 em Nova Orleans, cidade que serve de cenário para grande parte de seus romances. Ela é formada em Ciência Política e Escrita Criativa pela Universidade de San Francisco. Publicou seu primeiro romance, o hoje consagrado Entrevista com o vampiro, em 1976, após a morte de sua filha Michele, vítima de leucemia. Atualmente, a autora vive em Nova Orleans, em um casarão vitoriano no Garden District, próximo ao cemitério Lafayette. Foi casada com o poeta e artista plástico Stan Rice, morto em 2002. Ela é mãe do também escritor Christopher Rice.

Obras completas:

* Crônicas Vampirescas

Interview with the vampire (1976) / Entrevista com o vampiro
The Vampire Lestat (1985) / O Vampiro Lestat
The Queen of the Damned (1988) / A Rainha dos Condenados
The Tale of the Body Thief (1992) / A História do Ladrão de Corpos
Mennoch The Devil (1995) / Mennoch
Armand (1998) / O Vampiro Armand
Merrick (2000) / Merrick
Blood and Gold (2001) / Sangue e Ouro
Blackwood Farm (2002) / Fazenda Blackwood
Blood Canticle (2003)


* Novos Contos de Vampiros

Pandora (1997) / Pandora
Vittorio the Vampire (1998) / O Vampiro Vittorio

Interview with the Vampire, livro escrito por Anne Rice em 1976, trata da história de vida do vampiro Louis.(Wikipedia)

O livro inicia com um jovem repórter entrevistando Louis, e este conta sobre sua vida antes de se tornar vampiro, como se transformou, como conheceu Lestat, a vampira Cláudia e Armand. Fala também de suas viagens e reflete sobre vários assuntos como a imortalidade.

Em sua versão brasileira, o livro "Entrevista com o Vampiro" foi traduzido pela célebre escritora Clarice Lispector.

O romance foi seguido de mais dois livros: O Vampiro Lestat e "A Rainha dos Condenados", também adaptados ao cinema, mas com a história dos dois livros em um único filme.

Indico o livro !Entrevista com o vampiro" ou o livro.

http://www.annerice.com Site oficial da autora

sexta-feira, 6 de março de 2009

Literatura Africana




Em meados do sec. XX, pode-se dizer que houve o surgimento de uma verdadeira literatura africana.Isso aconteceu por meio de escritoes de ascendencia africana ou por brancos que tinham nascido na África, produzindo, nessa época, mais poema do que prosa. Desta forma se uniram a tradição oral africana e a tradição escrita dos europeus.Muitas das obras, da época do colonialismo, retratavam o combate político deste momento.
Um desses autores foi Agostinho Neto (1922-1979). O poema a seguir, foi escrito quando ele estava na prisão.

Havemos de voltar

Agostinho Neto

Às casas, às nossas lavras
às praias, aos nossos campos
havemos de voltar

Às nossas terras
vermelhas do café
brancas do algodão
verde dos milharais
havemos de voltar

Às nossas minas de diamantes
ouro, cobre, de petróleo
havemos de voltar

Aos nossos rios, nossos lagos
às montanhas, às florestas
havemos de voltar

À frescura da mulemba
às nossas tradições
aos ritmos e às fogueiras
havemos de voltar

À marimba e ao quissange
ao nosso carnaval
havemos de voltar

À bela pátria angolana
nossa terra, nossa mãe
havemos de voltar

Havemos de voltar
À Angola libertada
Angola independente

Cadeia do Aljube, outubro de 1960. In: Faraco, Carlos Alberto. Português: lingua e cultura, p.190. 205. Base Editora.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Donde surgiram os Ovos da Pascoa?



Ovo de Páscoa

O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.

A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.

Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-os com beterrabas.

Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.

Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.

Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.Fonte: Wikipedia

domingo, 1 de março de 2009

Dicas de livros infantis


Sugestões de literatura infantil


A velhinha maluquete. Ana Maria Machado. São Paulo, Moderna. 1998.


O longo caminho até Santa Cruz. Michel Ende. São Paulo: Ática, 2002.


Felicidade não tem cor, Júlio Emílio Braz. São Paulo: Moderna, 2001.


Amigos. Helme Heine. São Paulo: Ática, 2002.


Coração esperto. Mery Weiss. Rio de Janeiro. Ediouro, 1999.


Eu & os outros – Melhorando as relações. Liliana e Michele Iacocca. São Paulo: Ática, 2002.


Falta um pé. Luciana Sandroni. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.


O rei Bigodeira e sua Banheira. Audrey Wood. São Paulo: Ática, 2002.


Coleção Leitura Fora de Série. Vários autores. Rio de janeiro: Ediouro, 2000.


Procurando firme. Ruth Rocha. São Paulo: Ática, 2002.


Rua das rosas, rua dos meninos. Fernando Lobo. São Paulo:FTD, 1999.


Quando eu comecei a crescer. Ruth Rocha. São Paulo: Ática, 2002.


O rei da rua. Jorge Fernando das Santos. São Paulo: Atual, 2001.


Alice no País das Maravilhas. Lewis Carroll. São Paulo: Ática, 2002.


Invente um Medo para Dormir. Rose Impey. São Paulo: Scipione, 2002.


Contos e Lendas de Amor. Trad. de Neide T. Maia Gonzáles. São Paulo: Ática, 2002.


Se... Será, Serafina? Cristiana Porto. São Paulo: Ática, 2002.


Serafina sem rotina? Cristiana Porto. São Paulo: Ática, 2002.

Cantadores de rua: a música aproxima

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O que são herbanarios?








Royal Botanic Gardens
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Patrimônio Mundial da UNESCO
Jardins Botânicos de Kew
Exemplar exposto nos Jardins Botânicos de Kew

Jardins Botânicos Reais de Kew, Royal Botanic Gardens de Kew, Jardins de Kew ou Royal Botanic Gardens de Kew, é um dos mais extensos, antigos e prestigiosos jardins botânicos do mundo. Os Kew Gardens, como em geral são conhecidos, constituem um grande complexo de jardins, arboretos e estufas situados num vasto parque localizado entre Kew e Richmond upon Thames, na periferia sudoeste de Londres. Os jardins foram desde a sua origem dirigidos por naturalistas de renome mundial, contando-se entre os seus antigos directores botânicos célebres como William Aiton e Joseph Dalton Hooker. O actual director é Sir Peter Crane.


História

Os Kew Gardens tiveram a sua origem nos jardins exóticos mandados plantar por Lord Capel of Tewkesbury, na grande propriedade que então era conhecido por Kew Park. Passados alguns anos, os jardins foram ampliados e engrandecidos por iniciativa da princesa Augusta de Saxe-Gota, a viúva do príncipe Frederick de Gales.

Nesta fase foram construídas diversas estruturas, concebidas pelo arquitecto Sir William Chambers, entre as quais o conhecido pagode chinês, concluído em 1761 e ainda hoje uma das maiores atracções do parque.

Por iniciativa do rei George III a diversidade de plantas presente nos jardins foi enriquecida, tendo para tal recorrido ao talento e saber de alguns dos melhores botânicos da época, nomeadamente William Aiton e Sir Joseph Banks. O antigo Kew Park (então rebaptizado a White House) foi demolido em 1802. Para alargar o parque, George III adquiriu em 1781 a propriedade anexa, então denominada Dutch House, nela instalando um jardim-de-infância para as crianças da família real. O edifício, em tijolo vermelho, é hoje conhecido por Kew Palace.

Em 1840 os jardins foram instituídos como Jardins Botânicos Nacionais, passando a ter objectivos essencialmente voltados para a investigação cientifica e tecnológica nas áreas da botânica, sistemática e da jardinagem. Sob a direcção do director então nomeado, William Hooker, os jardins foram alargados para 30 ha e a zona de lazer e estudo das árvores, o arboreto, atingiu os 109 ha de área, sendo posteriormente progressivamente alargados até atingir os actuais 120 ha.
A Palm House, uma das estruturas mais antigas e emblemáticas dos Kew Gardens.


O Princess of Wales Conservatory.

No século XIX foram desenvolvidos com sucesso nos jardins de Kew a investigação que permitiu conhecer a forma de propagação da árvore-da-borracha, abrindo caminha para a expansão da sua cultura para fora da América do Sul e acabando efectivamente com o virtual monopólio brasileiro na produção de borracha.

Em mais um importante passo no crescimento e consolidação dos Kew Gardens, em 1987 foi concluído um novo complexo de estufas, o terceiro maior dos jardins, então baptizado Princess of Wales Conservatory e inaugurado pela princesa Diana de Gales. O nome do complexo de estufas homenageia a predecessora no título, Augusta de Saxe-Gota, a fundadora do Parque de Kew. O novo complexo de estufas alberga plantas provenientes de 10 zonas bio-climáticas diferentes.

Em Julho de 2003, os Reais Jardins Botânicos de Kew foram incluídos nas lista dos sítios considerados como património mundial pela UNESCO.

Você pode fazer um tour em Kew no link:

http://www.explore-kew-gardens.net/

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Wikipedia lança versão em lingua guarani






No texto abaixo será possível comprender porque a Wikipedia lançou versão na lingua guarani, quem usa e usou essa lingua e qual a sua importancia em nosso pais.


Wikipédia lança versão em língua guarani



A Wikipédia, enciclopédia online mais consultada no mundo, adicionou o idioma indígeno guarani à sua extensa lista de 264 línguas disponíveis, informou a agência de notícias IPP, do governo paraguaio.

» Futuro da internet se desenha em muitas línguas
» "Wikipédia é confiável", diz especialista
» Internautas doam US$ 6 mi para manter Wikipédia gratuita

O guarani é falado por cerca de 80% dos seis milhões de habitantes do Paraguai. Ele tem sua origem nos índios guaranis que habitavam a região, e foi transformado em língua escrita por sacerdotes jesuítas durante a colonização espanhola.

A Wikipédia é um projeto da Fundação Wikimedia, uma organização sem fins lucrativos, com o objetivo de criar uma "enciclopédia livre e poliglota".

Os mais de 11 milhões de artigos da Wikipédia - dos quais 2,6 milhões são em inglês - foram escritos de forma colaborativa por voluntários do mundo todo, e praticamente todos eles podem ser editados por qualquer internauta.

Lançada em janeiro de 2001 por Jimmy Wales e larry Sanger, ela é atualmente a maior e mais popular fonte de consulta na internet, segundo informações da AFP.

A versão em guarani pode ser acessada pelo endereço http://gn.wikipedia.org/wiki/Ape.

O guarani é a língua indígena do sul da América do Sul, falada pelos povos desta etnia, pertencentes ao grupo maior dos tupis-guaranis que habitavam a região desde épocas remotas.

Uma variante mais abrangente (a língua tupi) foi usada pelos colonizadores portugueses desde o descobrimento até boa parte do século XVIII como a principal língua no sul do Brasil, e acabou influenciando fortemente a língua portuguesa falada no Brasil à qual legou vários vocábulos, preponderantemente na toponímia (designação de lugares v.g. Paraná, Ivaí, Paraguai, Piraí, Guamirim, etc).
A língua geral paulista é uma língua crioula formada à época dos bandeirantes paulistas no Brasil Colônia.

Originária da língua dos índios tupinambás localizados nas regiões paulistas da Região do Alto Tietê e São Vicente, passou a ser falada pelos bandeirantes a partir do século XVII, disseminando-se rapidamente por boa parte do Brasil. Dessa forma, tal idioma tornou-se corrente em locais onde esses tupinambás jamais estiveram, influenciando o modo de falar dos brasileiros. No tempo colonial, tornou-se a língua mais falada na porção meridional Brasil, em muitos casos sendo necessário um intérprete entre a autoridade colonial portuguesa e o povo. Em fins do século XVIII, a coroa portuguesa, sob a gestão do marquês de Pombal, proibiu o seu uso, punindo severamente quem a utilizasse, impondo-se o idioma português.
Língua tupi
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Tupi
Nomes alternativos: Tupi antigo, tupi clássico, tupi da costa, tupinambá, tupi bárbaro, tupiniquim, língua brasílica, língua do Brasil, língua da costa, língua do mar, língua túpica, abanhe'enga
Falado em: Brasil (extinto)
Total de falantes nativos: 0
Classificação lingüística:

Proto-Tupi
Tupi
Tupi-Guarani
Subgrupo III
Tupi
Línguas descendentes: Língua Geral Paulista (extinta), Nheengatu (Tupi Moderno)
Estatuto oficial: não tem
Código de Línguas
ISO 639-1: não tem
ISO 639-2: sai
SIL: TPN

O tupi é uma língua indígena extinta, originária do povo tupinambá, que teve sua gramática estudada pelos jesuítas, e que deu origem a dois dialetos, hoje considerados línguas independentes: a língua geral paulista, e o nheengatu (língua geral amazônica). Esta última ainda é falada até hoje na Amazônia.

Vários nomes tupis que encontramos na geografia brasileira, nas denominações dos animais, plantas etc., são quase sempre descrições das coisas a que se referem e envolvem uma explicação inteira. Cada palavra é uma verdadeira frase, o que, aliás, é um dos grandes prazeres do estudo da língua. Decifrar o significado das palavras, recorrendo, inclusive, a uma visita ao local. Um bom exemplo disso é: Paranapiacaba = paraná + epiak + -(s)aba, "mar" + "ver" + "lugar onde" = "lugar de onde se vê o mar".

A língua tupi é aglutinante, não possui artigos (assim como o latim) e não flexiona em gênero nem em número.

Hans Staden (filme)

Brasil Brasil / Portugal Portugal

1999 ı cor ı 92 min
Direção Luiz Alberto Pereira

Idioma tupi / português / alemão
IMDb

Hans Staden é um filme brasileiro e português de 1999, do gênero drama, dirigido por Luiz Alberto Pereira.
Sinopse

O filme narra a história do soldado e marinheiro alemão Hans Staden que, no início do século XVI, foi capturado por uma tribo indígena brasileira, os Tupinambá, que eram inimigos dos colonizadores portugueses.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

O menino da porteira

O Menino Da Porteira
Sérgio Reis

Composição: Teddy Vieira / Luizinho

Toda vez que eu viajava pela Estrada de Ouro Fino
de longe eu avistava a figura de um menino
que corria abrir a porteira e depois vinha me pedindo:
- Toque o berrante seu moço que é pra eu ficar ouvindo.

Quando a boiada passava e a poeira ia baixando,
eu jogava uma moeda e ele saía pulando:
- Obrigado boiadeiro, que Deus vá lhe acompanhando
pra aquele sertão à fora meu berrante ia tocando.

Nos caminhos desta vida muitos espinhos eu encontrei,
mas nenhum calou mais fundo do que isso que eu passei
Na minha viagem de volta qualquer coisa eu cismei
Vendo a porteira fechada o menino não avistei.

Apeei do meu cavalo e no ranchinho a beira chão
Ví uma mulher chorando, quis saber qual a razão
- Boiadeiro veio tarde, veja a cruz no estradão!
Quem matou o meu filhinho foi um boi sem coração!

Lá pras bandas de Ouro Fino levando gado selvagem
quando passo na porteira até vejo a sua imagem
O seu rangido tão triste mais parece uma mensagem
Daquele rosto trigueiro desejando-me boa viagem.

A cruzinha no estradão do pensamento não sai
Eu já fiz um juramento que não esqueço jamais
Nem que o meu gado estoure, e eu precise ir atrás
Neste pedaço de chão berrante eu não toco mais.


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O Pássaro Raro


O Pássaro Raro, Jostein Gaarder


"O Pássaro Raro" é um livro escrito por Jostein Gaarder[bb], o mesmo autor de "O Mundo de Sofia", no ano de 1986. Originalmente chamado de Diagnosen og andre noveller, ou em tradução livre: "O Diagnóstico e outras histórias".O livro traz dez histórias que possuem uma única semelhança: pessoas que se dão conta da verdade, que param para pensar no mundo, na sua própria existência, de forma profunda, em dado momento da vida, eis que nesta hora, o Pássaro Raro pousou no seu ombro. Entre cada história existe um pequeno texto, escrito de forma poética, que antecipa e prepara o leitor para o texto, e que pode sempre servir para longas pausas filosóficas. São obras de ficção científica, romances e dramas, entre outros estilos.
Texto: Wikipédia

Texto e foto extraidos do megaalexandriae-books

Você pode fazero download desse livro no blog acima.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Carta do chefe Seattle







Quem é o dono do ar e do resplendor da agua?


O grande chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolencia. Isto é gentil da parte dele, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Porém, vamos pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O grande chefe em Washington pode confiar no que o chefe Seathl diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas – elas não empalidecem.
Como podes comprar ou vender o céu, ocalor da terra? Tal ideia é-nos estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da agua. Como podes então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre o nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para nosso povo. (…)
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição. O homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões aprodecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou uma selvagem e não comprendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso do que um bisão que nós, indios, matamos apenas para sustentar a nossa propria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra. (…)


Trecho da carta do chefe indígena Seahl (Seattle), do povo suquamish (Noroeste dos EUA), ao presidente americano Franklin Pierce, enviada em 1854.( Carlos Aberto Faraco: Português: lingua e cultura.



Guerras indígenas nos Estados Unidos da América
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


As guerras indígenas nos Estados Unidos da América são o conjunto de guerras opondo os colonos europeus, e depois os estado-unidenses, aos povos ameríndios da América do Norte de 1778 a 1890. Apesar de nenhuma guerra ter sido oficialmente declarada pelo congresso, o exército esteve constantemente em guerra contra esses povos a partir de 1778. Elas se prolongaram durante o século XIX através de violências e massacres de ambos os lados.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Um conto divertido


O Homem que queria eliminar a memória

Entrou no hospital, mandou chamar o melhor neurocirurgião. Disse que era caso de vida e morte. Não se sabe como, o melhor neurocirurgião foi atendê-lo. Médicos são imprevisíveis. Precisa-se muito e eles falham; subitamente estão ali, salvando nossas vidas, ele pensou, sem se incomodar com o lugar comum.
Estava na sala diante do doutor. Uma sala branca, anônima. Por que são sempre assim, derrotando a gente logo na entrada.
O médico:
Sim?
Quero me operar. Quero que o senhor tire um pedaço do meu cérebro.
Um pedaço do cérebro? Por que vou tirar um pedaço do seu cérebro?
Porque eu quero.
Sim, mas precisa explicar. Justificar.
Não basta eu querer?
Claro que não.
Não sou dono do meu corpo?
Em termos.
Como em termos?
-Bem, o senhor é e não é. Há certas coisas que o senhor está impedido de fazer. Ou melhor: eu é que estou impedido de fazer no senhor.
Quem impede?
A ética, a lei.
- A sua ética manda também no meu corpo? Se pago, se quero, é porque quero fazer do meu corpo aquilo que desejo. E se acabou.
-Olha, a gente vai ficar o dia inteiro nessa discussão boba. E não tenho tempo a perder. Por que o senhor quer cortar um pedaço do cérebro?
Quero eliminar a minha memória.
Para que?
Gozado, as pessoas só sabem perguntas: o quê? Por quê? Para quê? Falei com dezenas de pessoas e todos me perguntaram: por quê? Não podem aceitar pura e simplesmente alguém que deseja eliminar a memória.
Já que o senhor veio a mim para fazer esta operação, tenho ao menos o direito dessa informação.
Não quero mais me lembrar de nada. Só isso. As coisas passaram, passaram. Fim!
- Não é tão simples assim. Na vida diária, o senhor precisa da memória. Para lembrar pequenas coisas. Ou grandes. Compromissos, encontros, coisas a pagar etc.
É tudo isso que vou eliminar. Marco numa agenda, olho ali e pronto.
Não dá para fazer isso, de qualquer modo. A medicina não está tão adiantada assim.
Em lugar nenhum eu posso eliminar a minha memória?
Que eu saiba não.
Seria muito melhor para os homens. O dia-a-dia. O dia de hoje para a frente. Entende o que eu quero dizer? Nenhuma lembrança ruim ou boa, nenhuma neurose. O passado fechado, encerrado. Definitivamente bloqueado. Não seria engraçado? Não se lembrar sequer do que tomou no café da manhã? E para que quero me lembrar do que tomei no café da manhã?
Se todo mundo fizesse isso, acabaria a história.
E quem quer saber de história?
Imaginou o mundo?
Feliz, tranqüilo. Só de futuro. O dia em vez de se transformar em passado de hoje, mudando-se em futuro. Cada instante projetado para a frente.
Não seria bem assim. Teríamos apenas uma soma de instantes perdidos. Nada mais. Cada segundo eliminado. A sua existência comprovada através do quê?
Quem quer comprovar a existência?
A gente precisa. Para quê?
O médico pensou. Não conseguiu responder. O homem tinha-o deixado totalmente confuso. Pediu ao homem que voltasse outro dia. Despediram-se. O médico subiu para os brancos corredores do hospital, passou pela sala de operações. Chamou um amigo.
-Estou pensando em tirar um pedaço do meu cérebro. Eliminar a memória. O que você acha?
-Muito boa idéia. Por que não pensamos nisto antes? Opero você e depois você me opera. Também quero.


Ignácio de Loyola Brandão. Para gostar de ler. Volume 8. Contos. São Paulo: Ática, 1983, pp.14,15 e 16.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Beatrix Potter








A mulher que desenhava e escreveu lindos livros infantis

Beatrix Potter começou a desenhar aos nove anos de idade. Sua familia não levava a serio suas tendencias artísticas e, como naquela época, na Inglaterra da rainha Victoria a mulher só podia casar, Beatrix vivia atormentada por sua mãe que sempre lhe apresentava muitos pretendentes. Seu amigo Canon Rawnsley era o irmão mais novo dos donos de uma editora e era um grande fã de Beatrix. Ele pediu que elafizesse alguns cartões de natal, que foram um grande sucesso. Depois, criou seu personagem Peter Rabbit e mandou editar um livro e assim começou seu sucesso.
Canon e Beatrix pretendiam se casar, porém sua familia era contra o casamento. Assim, foi para o campo onde sempre passava os verões em uma chácara de propriedade dos pais, e algum tempo depois recebeu a noticia da morte de Canon. Como, nesse momento, tinha ficado muito rica, mudou-se para o campo e passou a comprar propriedades
para salvá-las das industrias que estavam destruindo a zona rural. Encontrou um amigo de infancia e junto com ele, após seu casamento, dedicou-se a proteger a natureza.
Algumas partes de suas terras foram compradas pelo governo para preservação como a quinta de Hill Top e, outras partes, foram doadas a organizações não governamentais que cuidam da sua preservação até hoje.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Berlin-Gaza











Cuál es la diferencia?... (Berlin-Gaza)
"Reproduzca esta información, hágala circular por los medios a su alcance: a mano, a máquina, a mimeógrafo, oralmente. Mande copias a sus amigos: nueve de cada diez las estarán esperando. Millones quieren ser informados. El terror se basa en la incomunicación. Rompa el aislamiento. Vuelva a sentir la satisfacción moral de un acto de libertad. Derrote el terror. Haga circular esta información”.




Rodolfo Walsh, ANCLA (Agencia de Noticias Clandestina), 1976


As fotos acima, dentre outra, estão circulando na internet, acho que é direito de todos ter conhecimento dos fatos que estão por trás das fotos.

Para fazer download de livros e muito mais

http://br.youtube.com/results?search_query=sadrak7f&search_type=

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Os livros mais vendidos


FICÇÃO NÃO-FICÇÃO AUTOAJUDA E ESOTERISMO (vejaonline)
1
Eclipse
Stephenie Meyer [1 | 3] INTRÍNSECA

1
Comer, Rezar, Amar
Elizabeth Gilbert [1 | 44] OBJETIVA

1


Vencendo o Passado
Zibia Gasparetto [1 | 9] VIDA & CONSCIÊNCIA
2


A Cabana
William Young [4 | 22] SEXTANTE

2
Marley & Eu
John Grogan [2 | 120*] PRESTÍGIO

2


O Código da Inteligência
Augusto Cury [2 | 12] THOMAS NELSON BRASIL
3


Crepúsculo
Stephenie Meyer [3 | 36*] INTRÍNSECA

3


Gomorra
Roberto Saviano [3 | 5] BERTRAND BRASIL

3


O Monge e o Executivo
James Hunter [3 | 208] SEXTANTE
4


Lua Nova
Stephenie Meyer [2 | 17] INTRÍNSECA

4


Uma Breve História do Mundo
Geoffrey Blainey [4 | 54*] FUNDAMENTO

4


Quem Me Roubou de Mim?
Fábio de Melo [5 | 11] CANÇÃO NOVA
5


O Vendedor de Sonhos
Augusto Cury [5 | 30] ACADEMIA DE INTELIGÊNCIA

5


Mentes Perigosas
Ana Beatriz Barbosa Silva [6 | 11*] FONTANAR

5


O Segredo
Rhonda Byrne [7 | 89] EDIOURO
6


O Menino do Pijama Listrado
John Boyne [7 | 6*] COMPANHIA DAS LETRAS

6


1808
Laurentino Gomes [5 | 69] PLANETA

6


Nunca Desista de Seus Sonhos
Augusto Cury [8 | 179*] SEXTANTE
7


A Menina que Roubava Livros
Markus Zusak [6 | 97] INTRÍNSECA

7


Uma Breve História do Século XX
Geoffrey Blainey [8 | 11] FUNDAMENTO

7


Casais Inteligentes Enriquecem
Juntos
Gustavo Cerbasi [4 | 144*] GENTE
8


A Cidade do Sol
Khaled Hosseini [0 | 57*] NOVA FRONTEIRA

8


1001 Filmes para Ver Antes de Morrer
Steven Jay Schneider [10 | 6] SEXTANTE

8


Eles Continuam entre Nós
Zibia Gasparetto [6 | 23] VIDA & CONSCIÊNCIA
9


O Caçador de Pipas
Khaled Hosseini [0 | 158*] NOVA FRONTEIRA

9


Fazendo as Malas
Danuza Leão [9 | 8] COMPANHIA DAS LETRAS

9


Os Segredos da Mente Milionária
T. Harv Eker [9 | 97*] SEXTANTE
10


Os Contos de Beedle, o Bardo
J.K. Rowling [8 | 7] ROCCO

10


Dewey
Vicki Myron e Bret Witter [0 | 12*] GLOBO

10


A Arte da Guerra
Sun Tzu [10 | 47*] VÁRIAS EDITORAS
11


A Sombra do Vento
Carlos Ruiz Zafón - OBJETIVA/SUMA DE LETRAS

11


Resistência
Agnès Humbert - NOVA FRONTEIRA

11


A Cabeça de Steve Jobs
Leander Kahney - AGIR
12


O Leitor
Bernhard Schlink - RECORD

12


Maysa: Só numa Multidão de Amores
Lira Neto - GLOBO

12


Investimentos Inteligentes
Gustavo Cerbasi - THOMAS NELSON BRASIL
13


Ensaio sobre a Cegueira
José Saramago - COMPANHIA DAS LETRAS

13


Aurélio Becherini
Rubens Fernandes Junior, Ângela C. Garcia
e José de Souza Martins - COSAC NAIFY

13


O que Toda Mulher Inteligente
Deve Saber
Steven Carter e Julia Sokol - SEXTANTE
14


O Guardião de Memórias
Kim Edwards - SEXTANTE

14


Operação Valquíria
Tobias Kniebe - PLANETA

14


O Poder do Agora
Eckhart Tolle - SEXTANTE
15


A Viagem do Elefante
José Saramago - COMPANHIA DAS LETRAS

15


A Cientista Que Curou Seu Próprio Cérebro
Jill Bolte Taylor - EDIOURO

15


Por que os Homens Fazem Sexo
e as Mulheres Fazem Amor?
Allan e Barbara Pease - SEXTANTE
16


O Jogo do Anjo
Carlos Ruiz Zafón - OBJETIVA/SUMA DE LETRAS

16


Doidas e Santas
Martha Medeiros - L&PM

16


Você é Insubstituível
Augusto Cury - SEXTANTE
17


O Ladrão de Raios
Rick Riordan - INTRÍNSECA

17


A Origem dos Meus Sonhos
Barack Obama - GENTE

17


Anticâncer
David Servan-Schreiber - FONTANAR
18


Laços de Pecado
Nora Roberts - BERTRAND BRASIL

18


O Carrasco do Amor
Irvin D. Yalom - EDIOURO

18


Pai Rico, Pai Pobre
Robert Kiyosaki e Sharon Lechter - CAMPUS/ELSEVIER
19


O Recurso
John Grisham - ROCCO

19


Muito Longe de Casa
Ishmael Beah - EDIOURO


19


Como Deus Cura a Dor
Mark W. Baker - SEXTANTE
20


Coração de Tinta
Cornelia Funke - COMPANHIA DAS LETRAS

20


Fora de Série
Malcolm Gladwell - SEXTANTE

20


Transformando Suor em Ouro
Bernardinho - SEXTANTE

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Júlio Verne e a ficção científica



Nasceu no dia 8 de fevereiro o famoso escritor Julio Verne: saiba quem foi ele:


Jules Verne (aportuguesado para Júlio Verne) (Nantes, 8 de Fevereiro de 1828 — Amiens, 24 de Março de 1905) foi um escritor francês.

Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado (avoué), e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de um família burguesa de Nantes. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.Cinq semaines en ballon (pt: Cinco semanas em balão / br: Cinco semanas em um balão) foi a primeira grande obra literária do escritor francês Júlio Verne, publicada pela primeira vez em 1863.

Como é comum em todas as obras de Verne, este livro relata uma grandiosa viagem, passada em meados do séc. XIX, que teve como finalidade a travessia do continente africano desde a costa oriental à costa ocidental (Zanzibar ao Senegal), usando como veiculo um balão de hidrogénio, o criador deste aparelho é o Dr. Fergusson de nacionalidade inglesa, que já sendo famoso pelas suas grandes expedições à volta do globo quer ir mais além. Ele conjuntamente com o seu criado Joe, e o seu grande amigo, o escocês Dick Kennedy, partem de Zanzibar, uma ilha na costa oriental de África com o intuito de atravessarem o continente segundo uma rota mais ou menos paralela à linha do equador, tendo como grandes objectivos a descoberta da nascente do grande rio Nilo e a descoberta da região central de África que na altura ainda era uma incógnita nas cartas geográficas de África.(texto extraido da Wikipedia)



http://jverneportugal.no.sapo.pt(site sobre Julio Verne)

Campanha da Avaaz


Apesar de pouco noticiado, centenas de milhares de civis estão presos no fogo cruzado da guerra civil no Sri Lanka. Eu acabei de enviar uma mensagem para a Secretária do Estado dos EUA Hillary Clinton pedindo para os EUA pressionarem o governo do Sri Lanka e os grupos rebeldes a garantirem a segurança da população civil. É muito fácil enviar uma mensagem, entre no site abaixo. O Departamento de Estado dos EUA concordou em apresentar a mensagens enviadas à Secretária do Estado Hillary Clinton. Participe desta campanha:

http://www.avaaz.org/po/sri_lanka_civilians/98.php?cl_tf_sign=1

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Japão caça ilegal

Dicionário inFormal

O dicionário de português gratuito para internet, onde as palavras são definidas pelos usuários.
Uma iniciativa de documentar on-line a evolução do português.
Não deixe as palavras passarem em branco, participe definindo o seu português!


http://www.dicionarioinformal.com.br/

Entrevistas com autores brasileiros

http://www.cronopios.com.br/perfil_literario/

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