domingo, 22 de maio de 2011

25 filmes com enredos voltados para a escola, o professor ou a educação escolar


25 filmes com enredos voltados para a escola, o professor ou a educação escolar
Este material foi produzido pelo Profº Frederico Dourado R. Morais e está disponível no site WWW.DEPOISDAAULA.COM
FILMES
1. A CORRENTE DO BEM
2. A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
3. A VOZ DO CORAÇÃO
4. CENTRAL DO BRASIL
5. COACH CARTER – TREINO PARA A VIDA
6. CONRACK
7. ELEFANTE
8. ELEIÇÃO
9. ENCONTRANDO FORRESTER
10. ENCONTRANDO FORRESTER
11. FILHOS DO SILÊNCIO
12. GÊNIO INDOMÁVEL
13. MACHUCA
14. MEU NOME É RADIO
15. MR. HOLLAND - ADORÁVEL PROFESSOR
16. MÚSICA DO CORAÇÃO
17. O CÉU DE OUTUBRO
18. O CLUBE DO IMPERADOR
19. O SORRISO DE MONALISA
20. PRO DIA NASCER FELIZ
21. SEMENTES DA VIOLÊNCIA
22. SER E TER
23. UM DIRETOR CONTRA TODOS
24. VEM DANÇAR
25. VERMELHO COMO O CÉU
Este material foi produzido pelo Profº Frederico Dourado R. Morais e está disponível no site WWW.DEPOISDAAULA.COM

quinta-feira, 19 de maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

DICA DE FILME: MOLIÉRE

quarta-feira, 27 de abril de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

BIG BANG THEORY

sexta-feira, 11 de março de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

QUER TRABALHAR NO YOU TUBE?

segunda-feira, 7 de março de 2011

TS ELLIOT

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O moço


O MOÇO



Não me perguntem quantos anos tenho,
e, sim, quantas cartas mandei e recebi

Se mais jovem, se mais velho...o que importa,
se ainda sou um fervilhar de sonhos,
se não carrego o fardo da esperança morta...

Não me perguntem quantos anos tenho,
e sim, quantos beijos troquei - beijos de amor!

Se a juventude em mim ainda é festa,
se aproveito de tudo a cada instante,
e se bebo da taça gota a gota...



Ora! Então pouco se me dá que gota resta!
Não me perguntem quantos anos tenho,
mas... queiram saber de mim se criei filhos,
queiram saber de mim que obras eu fiz,
queiram saber de mim que amigos tenho,
e se a alguém, pude eu, tornar feliz.

Não me perguntem quantos anos tenho,
mas... queiram saber de mim que livros li,
queiram saber de mim por onde andei,
queiram saber de mim quantas histórias,
quantos versos ouvi, quantos cantei.


E assim, somente assim, todos vocês,
por mais brancos que estejam meus cabelos,
por mais rugas que vejam em meu rosto,
terão vontade de chamar -me: "O Moço!"

E, ao me verem passar aqui...alí...
não saberão ao certo a minha idade,
mas saberão, por certo, que eu vivi!

MOACYR JOSÉ SACRAMENTO

sábado, 5 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

PERDÃO À MÃE TERRA

domingo, 9 de janeiro de 2011

O CORRESPONDENTE ESTRANGEIRO

<a href="http://video.br.msn.com/?mkt=pt-br&amp;vid=78095631-f381-ddcb-3f65-b8f660c29928&amp;from=pt-br&amp;fg=dest" target="_new" title="A Sugestão do Crítico: &quot;Correspondente Estrangeiro&quot;">Vídeo: A Sugestão do Crítico: "Correspondente Estrangeiro"</a>

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

domingo, 26 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A MENINA DOS FÓSFOROS- CONTO DE NATAL

Fazia um frio terrível. Nevava, e a noite aproximava-se rapidamente. Era o último dia de Dezembro, véspera de Ano Novo.

Apesar do frio intenso e da escuridão, andava pelas ruas uma menina descalça e com a cabeça descoberta.

Ao sair de casa ainda trazia umas chinelas, mas que não lhe serviram de muito. Eram enormes, tão grandes que decerto pertenciam à mãe e a pobre menina tinha-as perdido ao atravessar a rua correndo, para fugir de duas carruagens que rolavam velozmente. Estava agora descalça e tinha os pés roxos de frio. Dentro de um velho avental tinha muitos fósforos e segurava um punhado deles.

Ninguém lhe comprara fósforos durante o dia e nem sequer lhe tinham dado uma esmola. Morta de frio e de fome, arrastava-se pelas ruas. A pobre criança era a imagem da miséria. Caíam-lhe flocos de neve sobre os cabelos louros muito compridos.

As janelas das casas estavam todas iluminadas. Pelas ruas, espalhava-se o cheiro reconfortante de gansos assados, pois era véspera de Ano Novo.

A menina acocorou-se no ângulo formado pelos muros de duas casas. Encolhera as pernas e sentara-se em cima delas, mas continuava a ter frio. Não ousava voltar para casa porque não vendera nem um fósforo e não tinha sequer uma moeda para entregar ao pai. Temia que este lhe desse uma sova. Além disso, em casa fazia quase tanto frio como na rua, porque tinham apenas o telhado para os cobrir. Apesar de terem tapado com palha e trapos todas as frestas, o vento gelado penetrava incessantemente.



Pôs-se a acender todos os fósforos que restavam na caixa, para conservar junto de si a imagem da avozinha. Os fósforos davam uma chama tão clara que parecia dia. Nunca a avó fora tão bela e tão grande como naquela noite.

A bondosa senhora pegou na criança entre os braços e ambas se elevaram no espaço, envolvidas por uma luz extraordinária. Subiram alto, muito alto, até onde deixa de existir o frio, a fome e o medo.

E, quando chegou a madrugada, encontraram a criança estendida no chão, com as faces rosadas e um sorriso nos lábios. Estava morta. Tinha morrido de frio, na última noite daquele ano.

O Sol do dia do Ano Novo ergueu-se sobre o corpo frágil e abandonado na neve. O avental da criança continha ainda alguns fósforos, mas perto do corpo encontrava-se um pacote de caixas vazias. No entanto, ninguém podia supor as esplêndidas coisas que a menina tinha visto, nem sequer a emoção que sentira ao ser levada pela bondosa avozinha, no dia em que o novo ano principiava.



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Poema de Leminski

Minha cabeça cortada
Joguei na tua janela
Noite de lua
Janela aberta

Bate na parede
Perdendo dentes
Cai na cama
Pesada de pensamentos

Talvez te assustes
Talvez a contemples
Contra a lua
Buscando a cor de meus olhos

Talvez a uses
Como despertador
Sobre o criado-mudo

Não quero assustar-te
Peço apenas um tratamento condigno
Para essa cabeça súbita
De minha parte

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dicionário inFormal

O dicionário de português gratuito para internet, onde as palavras são definidas pelos usuários.
Uma iniciativa de documentar on-line a evolução do português.
Não deixe as palavras passarem em branco, participe definindo o seu português!


http://www.dicionarioinformal.com.br/

Entrevistas com autores brasileiros

http://www.cronopios.com.br/perfil_literario/

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