terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Conhece o Mr. Magoo?

Massacre em Gaza


Sobre o massacre de palestinos que acontece nesse momento:
É difícil entender os motivos e muito menos a crueldade entre seres humanos irmãos. Transcrevo a seguir um trecho de um texto extraído da folhaonline escrito por uma pessoa que estudou o assunto.



Não se deixe enganar. Para haver paz no Oriente Médio é preciso ouvir as vozes conciliadoras em meio aos gritos de guerra. É um conflito onde os oponentes são ao mesmo tempo vítimas e algozes. A única forma de resolvê-lo é apoiar os moderados dos dois lados e combater os radicais.

O resto é teologia da destruição ou ingenuidade.

Sérgio Malbergier é editor do caderno Dinheiro da Folha de S. Paulo. Foi editor do caderno Mundo (2000-2004), correspondente em Londres (1994) e enviado especial a países como Iraque, Israel e Venezuela, entre outros. Dirigiu dois curta-metragens, "A Árvore" (1986) e "Carô no Inferno" (1987). Escreve para a Folha Online às quintas.
E-mail: smalberg@uol.com.br

A Estante de Gatos [The Catcase]


A Estante de Gatos [The Catcase]
Upload feito originalmente por Jim Skea
Estante de gatos.

sábado, 27 de dezembro de 2008

TicTac Greenpeace

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Stand by me



Se todos fizessem o que o John Lennon diz nessa música, o mundo seria bem melhor.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Conto de Natal




A Christmas Carol
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
A Christmas Carol é um livro de Charles Dickens. Com várias traduções no Brasil, sendo a mais correta Um Cântico de Natal, o livro foi escrito em menos de um mês originalmente para pagar dívidas, mas tornou-se um dos maiores clássicos natalinos de todos os tempos. Charles Dickens o descreveu como seu "livrinho de Natal", e foi primeiramente publicado em 19 de dezembro de 1843, com ilustrações de John Leech. A história transformou-se instantaneamente num sucesso, vendendo mais de seis mil cópias em uma semana.


[editar]Sinopse






Scrooge encontra as almas penadas
Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não gosta do Natal. Trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas.
Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e por isso três espíritos o visitariam.
O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.
O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora.
O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos.
Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O sono das águas


Paruqe São Lourenço/ Curitiba






O Sono das Águas
Guimarães Rosa




"Há uma hora certa,
no meio da noite,
uma hora morta,
em que a água dorme.
Todas as águas dormem:
no rio,
na lagoa,
no açude,
no brejão,
nos olhos d'água,
nos grotões fundos.

E quem ficar acordado,
na barranca,
a noite inteira,
há de ouvir a cachoeira
parar a queda e o choro,
que a água foi dormir...

Águas claras,
águas barrentas,
sonolentas,
todas vão cochilar.

Dormem gotas,
caudais,
seivas das plantas,
fios brancos,
torrentes.
O orvalho sonha nas placas das folhagens
e adormece.

Até a água fervida,
nos copos de cabeceira dos agonizantes...

Mas nem todas dormem,
nessa hora de torpor líquido e inocente.

Muitos hão de estar vigiando,
e chorando , a noite toda,
porque a água dos olhos
Essa... nunca tem sono..."

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Agradecendo e repartindo novos selos! (2)

Agradecendo e repartindo novos selos! (2)
http://pipocandoonline.blogspot.com/2008/12/rec

História de Natal



A menina dos fósforos
Hans Christian Andersen
Era véspera de Ano Bom. Fazia um frio intenso, já estava escurecendo e caía neve,
mas a despeito de todo o frio, e da neve, e da noite, que caía rapidamente, uma
criança, uma menina, descalça e de cabeça descoberta, vagava pelas ruas. É certo
que estava calçada quando saiu de casa, mas as chinelas eram muito grandes, pois
que a mãe as usara, e escaparam-lhe dos pezinhos gelados, quando atravessava
correndo uma rua, para fugir de dois carros que vinham a toda a brida. Não pôde
achar um dos chinelos e o outro apanhou-o um rapazinho, que saiu correndo e
declarando que aquilo ia servir de berço aos seus filhos, quando os tivesse.
Continuou, pois, a menina a andar, agora com os pés nus e gelados. Levava no
avental velhinho uma porção de pacotes de fósforos e tinha na mão uma caixinha:
não conseguira vender uma só em todo o dia, e ninguém lhe dera esmola - nem um
só vintém.Assim, morta de fome e frio, ia se arrastando penosamente, vencida pelo cansaço e o desânimo - a estátua viva da miséria.
Os flocos de neve caíam pesados, sobre os lindos cachos louros que lhe
emolduravam graciosamente o rosto; mas a menina nem dava por isso. Via, pelas
janelas das casas, as luzes que brilhavam lá dentro, vagava na rua um cheiro bom
de pato assado - era a véspera do Ano Bom - isso sim, não o esquecia ela.
Achou um canto, formado pela saliência de uma casa, e acocorou-se ali, com os pés
encolhidos para abrigá-los ao calor do corpo, mas cada vez sentia mais frio. Não se
animava a voltar para casa, porque não tinha vendido uma única caixinha de fósforos, e não ganhara um vintém; era certo que levaria algumas lambadas. Além disso, lá fazia tanto frio como na rua, pois só havia o abrigo do telhado, e por ele entrava uivando o vento, apesar dos trapos e das palhas que lhe tinham vedado as enormes frestas.
Tinha as maozinhas tão geladas... estavam duras de frio. Quem sabe se acendendo
um daqueles fósforos pequeninos, sentiria algum calor? Se se animasse a tirar um
ao menos da caixinha, e riscá-lo na parece para acendê-lo... Ritch!... Como estalou,
e faiscou, antes de pegar fogo!Deu uma chama quente, bem clara, e parecia mesmo uma vela, quando ela o abrigou com a mão. E era uma vela esquisita, aquela! Pareceu-lhe logo que estava sentada diante de uma grande estufa, de pés e maçanetas de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor. E a meninazinha ia estendendo os pés enregelados para aquecê-los e... crac! Apagou-se o clarão! Sumiu-se aestufa, tão quentinha, e ali ficou ela, no seu canto gelado, com um fósforo apagado
na mão. Só via agora a parede escura e fria.
Riscou outro. Onde batia a sua luz, a parede tornava-se transparente como a gaze,
e ela via tudo lá dentro da sala. Estava posta a mesa, e sobre a toalha alvíssima
via-se, fumegando entre toda aquela porcelana tão fina, um belo pato assado,
recheado de maçãs e ameixas. Mas o melhor de tudo foi que o pato saltou do prato
e, com a faca ainda cravada nas costas, foi indo pelo soalho direto à menina que
estava com tanta fome, e...
Mas - que foi aquilo? No mesmo instante acabou-se o fósforo, e ela tornou a ver
somente a parede nua e fria, na noite escura. Riscou outro fósforo, e àquela luz
resplandecente, viu-se sentada debaixo de uma linda árvore de Natal. Oh! Era
muito maior, e mais ricamente decorada do que aquela que vira, naquele Natal, ao
espiar pela porta de vidro da casa do negociante rico. Entre os galhos brilhavam
milhares de velinhas; e estampas coloridas, como as que via nas vitrinas das lojas,
olhavam para ela. A criança estendeu os braços, diante de tantos esplendores, e
então, então... apagou-se o fósforo. Todas as luzinhas de natal foram subindo,
subindo, mais alto, cada vez mais alto, e de repente ela viu que eram estrelas, que
cintilavam no céu. Mas uma caiu lá de cima, deixando uma esteira de poeira
luminosa no caminho.
- Morreu alguém - disse a criança.
Porque sua avó, a única pessoa que a amara no mundo, e que estava morta, lhe
dizia sempre que quando uma estrela desce, é que uma alma subiu para o céu. Agora, ela acendeu outro fósforo; e desta vez foi a avó que lhe apareceu, a sua boa
vovó, sorridente e luminosa, no esplendor da luz.
- Vovó! - gritou a pobre menina - Leva-me contigo... Já sei que quando o fósforo se apagar, tu vais desaparecer, como se sumiram a estufa quente, e o rico pato
assado, e a linda árvore de Natal!
E. a coitadinha pôs-se a riscar na parede todos os fósforos da caixa, para que a avó não se desvanecesse. E eles ardiam com tamanho brilho, que parecia dia, e nunca
ela vira a vovó tão alta, nem tão bela! E ela tomou a neta nos braços, e voaram
ambas, em um halo de luz e de alegria, mais alto, e mais alto, e mais longe...longe da terra, para um lugar lá em cima onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo, porque elas estavam agora com Deus.
A luz fria da madrugada achou a menina sentada no canto, entre as casas, com as
faces coradas e um sorriso de beatitude. Morta. Morta de frio, na última noite do
ano velho.
A luz do Ano Bom iluminou o pequenino corpo, ainda sentado no canto, com a mão
cheia de fósforos queimados.
- Sem dúvida ela quis aquecer-se - diziam.
Mas... ninguém soube das lindas visões, que visões maravilhosas lhe povoaram os
últimos momentos, nem em que halo tinha entrado com a avó nas glórias do Ano Novo.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Internet e investigação de pedofilia


Internet
CPI da Pedofilia assina amanhã acordo com teles e provedores de internet
Agência Senado - 16/12/2008 - 14:20
Um acordo deve ser assinado entre as prestadoras de serviços de telecomunicações, de acesso à internet e conteúdo, nessa quarta-feira (17), com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, o Ministério Público, a Polícia Federal, o Comitê Gestor da Internet e a Safernet Brasil.Desta forma, as autoridades poderão investigar usuários suspeitos na internet. Os dados sobre assinante do provedor, conexão à internet, horário de início, duração e término da navegação, deverão ficar armezenados pelas empresas, assim como o endereço de IP e o local de origem do acesso.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Lançamento-trecho de "Os contos de Beedle, o Bardo"


Trecho de Os Contos de Beedle, o Bardo,
de J.K. Rowling

O BRUXO E O CALDEIRÃO SALTITANTE

Era uma vez um velho bruxo muito bondoso que usava a magia com generosidade e sabedoria para beneficiar seus vizinhos. Em vez de revelar a verdadeira fonte do seu poder, ele fingia que suas poções, amuletos e antídotos saíam prontos de um pequeno caldeirão a que ele chamava de sua panelinha da sorte. De muitos quilômetros ao redor, as pessoas vinham lhe trazer seus problemas, e o bruxo, prazerosamente, dava uma mexida na panelinha e resolvia tudo.

Esse bruxo muito querido viveu até uma idade avançada e, ao morrer, deixou todos os seus bens para o único filho. O rapaz, porém, tinha uma natureza bem diferente da do bom pai. Na sua opinião, quem não sabia fazer mágicas não valia nada, e ele muitas vezes discordara do hábito que o pai tinha de ajudar os vizinhos com sua magia.

Quando o velho morreu, o jovem encontrou escondido no fundo da velha panela um embrulhinho com o seu nome. Abriu-o na expectativa de ver ouro, mas, em lugar disso, encontrou uma pantufa grossa e macia, pequena demais para ele e sem par. Dentro dela, um pedaço de pergaminho trazia a seguinte frase: "Afetuosamente, meu filho, na esperança de que você jamais precise usá-la."

O filho amaldiçoou a caduquice do pai e atirou a pantufa no caldeirão, decidindo que passaria a usá-la como lixeira.

Naquela mesma noite, uma camponesa bateu à porta da casa.

- Minha neta apareceu com uma infestação de verrugas, meu senhor. O seu pai costumava preparar um cataplasma especial naquela panela velha...

- Fora daqui! - exclamou o filho. - Que me importam as verrugas da sua pirralha?

E bateu a porta na cara da velha.

Na mesma hora, ele ouviu clangores e rumores que vinha da cozinha. O bruxo acendeu sua varinha e abriu a porta, e ali, para seu espanto, viu que brotara um pé de latão na velha panela do pai, e o objeto pulava no meio da cozinha fazendo uma zoada assustadora no piso de pedra. O bruxo se aproximou admirado, mas recuou ligeiro quando viu que a superfície da panela estava inteiramente coberta de verrugas.


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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Leitura online





Derivações de Além-Vida
de Carla Ribeiro


Abrir e-book
Carla Ribeiro propõe-nos trinta textos em que vida e morte, realidade e pesadelo, sangue e carne, inocência e culpa, coexistem como membros de um mesmo e fantástico corpo. Textos de difícil classificação, mas a que, pela sua intensidade, não se fica indiferente.
9 - Setembro 2008

Roraima Blues
de Edgar Borges


Abrir e-book
Estes vinte e quatro textos de Edgar Borges não apresentam, à primeira vista, um fio condutor temático ou formal. Só que é justamente essa diversidade – diálogos breves, poemas e minicontos – que lhes confere unidade, ignorando fronteiras entre territórios, literários e não literários.
8 - Agosto 2008

Na barca de Caronte
de Angela Schnoor


Abrir e-book
Em trita e nove contos, Angela Schnoor conduz-nos numa viagem maravilhosa e surpreendente em que a vida surge sempre reflectida pela morte. Deixemo-nos, pois, entrar nesta barca de movimentos subtis e graciosos em que a escrita flui como um rio.
7 - Julho 2008

Histórias de Maria e Manel
de Rita Tavares de Melo


Abrir e-book
Rita Tavares de Melo expõe os relacionamentos amorosos de uma Maria e de um Manel que, não sendo nunca os mesmos, não deixam de ser um espelho de todos nós. Histórias de relações que são também as nossas, muito mais repetitivas e vulgares do que muitas vezes queremos admitir.
6 - Junho 2008

Finais Felizes
de Ana Mello


Abrir e-book
Ana Mello apresenta-nos um conjunto de pequenas histórias com finais felizes, mesmo quando esses finais são cruéis. São microcontos que terminam da melhor forma que podem terminar — inesperada e surpreendentemente.

Sensacional!O site é www.minguante.com(você clica nas páginas e elas viram)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Passando dos cinquenta


MARINA COLASANTI



Passando Dos Cinqüenta

Meu pescoço se enruga.
Imagino que seja
de mover a cabeça
para observar a vida.
E se enrugam as mãos
cansadas dos seus gestos.
E as pálpebras
apertadas no sol.
Só da boca não sei
o sentido das rugas
se dos sorrisos tantos
ou de trancar os dentes
sobre caladas coisas.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Exemplo de preocupação com professores


» PLANTÃO GAZETA( www.gazetaonline.com)
06/12/2008 08:19
Pesquisa mapeia saúde dos profissionais da Educação Pública

Um mapeamento sobre a situação de saúde-doença dos profissionais da rede básica de Educação em Mato Grosso identificou a prevalência de doenças existentes entre os trabalhadores da Educação. O levantamento realizado pela equipe de Qualidade de Vida da Seduc, em parceria com a Secretaria de Estado de Administração (SAD), subsidiará ações para promoção, prevenção, intervenção e reabilitação da saúde dos professores e técnicos da área.

O acompanhamento realizado durante sete meses avaliou 95% das pessoas dos 141 municípios que passaram por perícia médica em 2007. No universo de mais de dois mil profissionais pesquisados foram diagnosticadas entre as principais doenças transtornos mentais (estresse, depressão e dependências químicas), doença osteomuscular (artrite, tendinite, problemas da coluna e outras).

Foram sete meses de estudo iniciados em maio de 2008. A partir dessa base documental o governo forma um arquivo de caráter quantitativo para desenvolver ações positivas, focadas nas causas dos problemas de saúde diagnosticados. Os trabalhos desenvolvidos pela Seduc tiveram a colaboração da Coordenação de perícia médica da SAD e da Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio do Centro Estadual de Referência da Saúde do Trabalhador (Cerest).

A coordenadora da pesquisa pela Gerência de Qualidade de Vida da Seduc, Marisa Marcelo Carvalho, acompanhada das professoras Ana Paula Rocha Carvalho e Miriam Arruda Ferreira, e demais representantes dos demais setores estaduais, programam para fevereiro de 2009 a elaboração de um plano de trabalho e a construção de Banco de Dados. “A proposta é desenvolver estratégias para reduzir os agravos de saúde apontados”, declara.

Conforme a coordenadora, o grande número de licenças médicas e de profissionais com readaptação de função levou o setor a desenvolver a pesquisa para obter respostas para reverter o quadro. “Queremos reverter o quadro”, diz.

Após a primeira fase da pesquisa, a perspectiva é dar continuidade nos trabalhos e atender a todas as unidades escolares. O alvo é o ensino de qualidade. “Educadores só podem atingir isso com saúde e qualidade de vida”, conclui.

Autor: Raquel Ferreira

sábado, 6 de dezembro de 2008



terça-feira, 2 de dezembro de 2008

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Biblioteca eletrônica da USP

USP lança Portal de Revistas ( do blog eudemocratica-ead)

A USP oferece, desde o início de novembro, um portal que dá acesso, via internet, ao texto completo das revistas produzidas pela Universidade e credenciadas pelo Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da Instituição. Trata-se do Portal de Revistas da USP (www.revistasusp.sibi.usp.br), uma biblioteca eletrônica com acesso gratuito.O Portal de Revistas da USP disponibiliza, inicialmente, o acesso a trinta títulos e prevê a inclusão dos demais títulos já credenciados e outros que irão se somar à medida que atenderem os critérios de credenciamento do programa. Trata-se de uma boa dica para pesquisas e acesso a materiais com informaç&otie;es valiosas. Aproveite!

Biblioteca eletrônica da USP

USP lança Portal de Revistas ( do blog eudemocratica-ead)

A USP oferece, desde o início de novembro, um portal que dá acesso, via internet, ao texto completo das revistas produzidas pela Universidade e credenciadas pelo Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da Instituição. Trata-se do Portal de Revistas da USP (www.revistasusp.sibi.usp.br), uma biblioteca eletrônica com acesso gratuito.O Portal de Revistas da USP disponibiliza, inicialmente, o acesso a trinta títulos e prevê a inclusão dos demais títulos já credenciados e outros que irão se somar à medida que atenderem os critérios de credenciamento do programa. Trata-se de uma boa dica para pesquisas e acesso a materiais com informaç&otie;es valiosas. Aproveite!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Novembro de 1978/ Massacre na selva



Há 30 anos um suicídio coletivo ordenado por Jim Jones.

Slideshow em texto

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá
sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema
da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em
nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que
sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da
cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para
salvar da fome quem já estava de barriga cheia."

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e
não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar. Se
quiser, repasse, se não, o que importa? O nosso almoço tá garantido mesmo...
Esta mensagem foi enviada por Chico Nogueira.

Para visualizar o perfil de Chico,

clique em:
http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=11034020571278094980







O selo acima foi oferecido a mim pela amiga Luka Almeida.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Clique aqui e participe colocando informações no fórum do Ning. 'Ação de ajuda as vítimas das enchentes no sul do Brasil'

Crimes na Internet? Denuncie!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

A década de 1960


O poder das barricadas
uma autobiografia dos anos 60
Tariq Ali



"O poder das barricadas" revive tempo de esperança.
Revista Senergisul - julho de 2008

"A década de 1960 – e, dentro dela, o explosivo ano de 1968 – ainda hoje é referência em termos de mobilização da juventude, utopia, revolução de costumes e liberação da mulher. Há quarenta anos, jovens do mundo todo se manifestavam contra a Guerra do Vietnã e transformavam as relações pessoais estabelecidas pela moral conservadora. Em todos os cantos, lutavam contra o autoritarismo e a repressão com as armas que possuíam, questionando estruturas sociais e de poder por meio da arte, da música e do comportamento. Se esses anos de luta não conseguiram mudar o mundo como pretendiam seus protagonistas, com certeza imprimiram transformações significativas"...
Texto enviado pelo Grupo Boitempo-Professores

domingo, 23 de novembro de 2008

Criando um monstro

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ARTIGO PUBLICADO NO JB, DA DRª MARIA ISABEL, PROFESSORA DE PSICOLOGIA, QUE
DENOMINEI DE "O NÃO DE ELOÁ".
Isabel Alves - Centro de Apoio e Defesa da Cidadania-RJ

UM ALERTA !!! Criando um Monstro.

O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a
própria vida e a vida de outras duas jovens por... Nada? Será que é índole?
Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência?
Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da
sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na
casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a
polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes? O rapaz
deu a resposta: 'ela não quis falar comigo'. A garota disse não, não quero
mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu
desejo era mais importante. Não quero ser mais um desses psicólogos de
araque que infestam osprogramas vespertinos de televisão, que explicam tudo
de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos
outros sem serem chamados.Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando
nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram
muitos outros nãos nessa história toda. Faltou um pai e uma mãe dizerem que
a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe
dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento
a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao
pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de
onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou a polícia dizer NÃO ao
próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.Faltou o
governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que
permitiu que o tal sequestrador converssasse e chorasse compulsivamente em
todos os programas de TV que o procuraram.Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a
única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça. O
mundo está carente de nãos.Vejo que cada vez mais os pais e professores
morrem de medo de dizer não às crianças.Mulheres ainda têm medo de dizer não
aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ).Pessoas têm
medo de dizer não aos amigos.Noras que não conseguem dizer não às
sogras.Chefes que não dizem não aos subordinados.Gente que não consegue
dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros.Talvez
alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando
escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da
namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é
normal. E é legal. Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'. E não é
raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o
que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas
para suas crias. Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir
alguém dizer:Não, você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai
assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha
enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua.Não,
você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber
uma cervejinha enquanto não fizer
18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não
vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar
para você ficar. Não, você não vai faltar na escola sem estar doente. Não,
essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto você não vai brincar.
Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque. Crianças e
adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem
saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a
vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Transam sem camisinha.
Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e
prostitutas na rua. E daí por diante. Não estou defendendo a volta da
educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que
crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e
livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um
tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é
só prazer - é também responsabilidade. E quem ouve uns nãos de vez em quando
também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é
importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas
maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O
não protege, ensina e prepara. Por mais que seja difícil, eu tento dizer não
aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e
tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento.
Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que
está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos
dias.



Circulando na Internet

sábado, 22 de novembro de 2008

Poemas concretos

Coral de crianças

Entre no site www.natalfeitocrianca.com.br e veja fotos, repertório, entre outros, Participe do concurso cultural e vc poderá ganhar uma visita a Curitiba p/ assistir ao show. As 160 crianças, provenientes de Lares Provisórios, se apresentam de 27/11 a 19/12, de sexta a domingo e o tema deste ano será Alegria Infantil, com a participação do ator Fúlvio Stefanini.Os dois primeiros colocados também ganham notebooks.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Homem mais sexy do mundo

Hugh Jackman é eleito pela People "o homem mais sexy do mundo"
quarta-feira, 19 de novembro de 2008 20:43 BRST Imprimir[-] Texto [+] LOS ANGELES (Reuters) - A revista People na quarta-feira apontou o ator australiano Hugh Jackman como "o homem mais sexy do mundo", categoria na qual, em edições anteriores de sua lista anual, colocara George Clooney e Brad Pitt no topo do rol de bonitões de Hollywood.

Não foram apenas sua beleza e estatura (1,88 metro) que valeram a Jackman, 40 anos, seu novo título.

"Hugh Jackman é realmente tudo: modesto, romântico, bonito até demais e astro do momento. Ele é tão mais do que seus filmes - e isso é sexy", disse Elizabeth Sporkin, editora executiva da People.

A revista disse que Jackman maneja armas como os melhores dos heróis de ação de Hollywood e que canta baladas românticas para sua mulher, Deborra-Lee Furness, com quem está casado há 12 anos. Quando não está ocupado suando a camisa na academia, disse a People, ele faz panquecas para seus filhos, Oscar e Eva.

O ator já conquistou o público em filmes diversos, desde blockbusters cheios de ação como os filmes "X-Men" até o aclamado pela crítica "O Grande Truque". Ele recebeu um Tony, o prêmio mais importante da Broadway, por seu papel em "The Boy from Oz".

Jackman será visto a seguir no drama épico "Austrália", que vai estrear nos EUA na próxima semana.

Como "homem mais sexy do mundo", ele fará parte de um grupo que inclui Brad Pitt, George Clooney, Matthew McConaughey e Matt Damon, mas a People disse que Hugh Jackman é diferente dos outros.

"Brad é inatingivelmente sexy, George é inteligente-cortês, Matt é sexy do jeito do garoto da casa ao lado, mas o sex appeal de Hugh se deve ao fato de ele ser viril, ter um sotaque lindo e ser muito físico", disse Sporkin.



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Laudo do vôo da TAM

Polícia indicia dez por acidente da TAM em Congonhas
quarta-feira, 19 de novembro de 2008 19:36 BRST Imprimir | Uma página[-] Texto [+] SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Civil de São Paulo anunciou nesta quarta-feira o indiciamento de dez pessoas pelo acidente com o Airbus A320 da TAM no ano passado, que resultou na morte de 199 pessoas, na pior tragédia da aviação brasileira.

Dentre os indiciados estão a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, o ex-presidente da agência, Milton Zuanazzi, além de diretores e funcionários da TAM e da Infraero.

"Temos algumas pessoas apontadas no inquérito seja por ação ou omissão como responsáveis por esse dano", disse a jornalistas o delegado titular do 15o Distrito Policial, Antonio Carlos Menezes Barbosa, que presidiu o inquérito.

Segundo o delegado, todos foram indiciados formalmente por crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, previsto no artigo 261 do Código Penal e que prevê uma pena máxima de 6 anos de detenção.

A investigação sobre a tragédia, ocorrida em julho do ano passado quando o avião atravessou a pista do Aeroporto de Congonhas e se chocou contra um prédio da empresa, apontou como causa principal do acidente um erro de posicionamento em um dos manetes do avião.

Um laudo indicou que, no momento do acidente, um dos manetes estava em posição de "acelerar", quando deveria indicar o contrário no momento do pouso, o que indicaria que houve falha humana, no caso de um dos pilotos.

Mas, de acordo com o delegado, o acidente poderia ter sido evitado mesmo assim se uma série de medidas tivessem sido tomadas.

Segundo Barbosa, houve no acidente alguns "fatores contribuintes", como uma "inadequada liberação da pista de Congonhas" para pousos em dias chuvosos, como aquele 17 de julho.

"No nosso entendimento, não foi observada uma série de normas de segurança de vôo nacionais e internacionais tanto pela operadora (TAM) como pelas autoridades encarregadas (Infraero e Anac)", disse. "Tanto a Anac quanto TAM tinham conhecimento das restrições que havia em Congonhas. Já foi previsto que a aeronave poderia varar a pista se não fossem seguidos alguns procedimentos."

Texto extraído da Reuters.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Blog-Memories

A Duquesa


Poderosa sem poder


Em A Duquesa, o diretor inglês Saul Dibb reconstitui os fatos dispostos na premiada biografia da historiadora Amanda Foreman. Giorgiana Spencer casou com o quinto duque de Devonshire e ficou famosa por esbanjar poder com o casamento. Mas tinha uma vida infeliz na intimidade.

Texto e Fotos extraídos de Veja.com

domingo, 16 de novembro de 2008



Meu primeiro selo. Ganhei do Valdir-Franke.Obrigada, amigo.
Repasso aos primeiros amigos que tive aqui dos blogs:
Ropiva
Blog do Catarino
Happy Blue
oestrondo
Valterpoeta
floreseperolas
miguxa
monstro
marquito
literatura,redação e lingua portuguesa

Marilyn e foto célebre


Exposição em Londres traz foto inédita de Marilyn Monroe; veja


Foto inédita mostra Travilla e Marilyn juntos. Foto: Geoff Pugh
Uma exposição de fotos e desenhos de William Travilla, um dos estilistas mais famosos da chamada época de ouro de Hollywood, traz a Londres uma foto inédita da atriz Marilyn Monroe.
Na foto, Travilla faz os últimos ajustes em um traje que a atriz usa em um filme.

A foto recebeu uma dedicatória da atriz: "Hey, Billy, obrigada por todas as coisas maravilhosas que você me fez. Amor, Marilyn".

A exposição Travilla: o Homem que Vestiu Marilyn Monroe mostra um pouco da carreira de 40 anos e mais de 100 filmes do estilista, principalmente se concentrando em sua parceria com Marilyn Monroe.

Foto e textos extraídos de BBC.Brasil.com

Recado para os blogueiros

Recebido e passando adiante

Hola a todos los que pasan por aquí, siguiendo el ejemplo de otros bloggers me pareció bueno poner este mensaje para que todos los bloggers que quieran dejar sus links aqui acerca de este tema importante (Los refugiados), que por favor lo hagan dejandolo en su comentario, sobre todo los que hablan español.

Les deseo lo mejor,
XelaInfocus,

aqui les dejo mi contribucion: http://xelainfocus.blogspot.com/2008/11/haz-la-diferencia-en-favor-de-los.html

Hi to everyone who come here, following the example of other bloggers i thought it was good to put this message to all bloggers who want to write the links to your posts about this important issue (the refugiees), please do it in your comments to this message, especially those who speak spanish.

I wish you the best,
XelaInfocus

Here is my contribution:
http://xelainfocus.blogspot.com/2008/11/haz-la-diferencia-en-favor-de-los.html

sábado, 15 de novembro de 2008

Poema de paulo leminski

Uma poesia ártica,
claro, é isso que eu desejo.
Uma prática pálida,
três versos de gelo.
Uma frase-superfície
onde vida-frase alguma
não seja mais possível.
Frase, não, Nenhuma.
Uma lira nula,
reduzida ao puro mínimo,
um piscar do espírito,
a única coisa única.
Mas falo. E, ao falar, provoco
nuvens de equívocos
(ou enxame de monólogos?)
Sim, inverno, estamos vivos.


Eu sou Problogger, clique aqui para ser um Problogger também

Sotaques brasileiros e assaltantes

(circulando na internet)

ASSALTANTE BAIANO
Ô meu rei... ( pausa )
Isso é um assalto... ( longa pausa )
Levanta os braços, mas não se avexe não..( outra pausa )
Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado ..
Vai passando a grana, bem devagarinho ( pausa pra pausa )
Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado.
Não esquenta, meu irmãozinho, ( pausa )
Vou deixar teus documentos na encruzilhada


ASSALTANTE MINEIRO
Ô sô, prestenção
issé um assarto, uai.
Levantus braço e fica ketin quié mió procê.
Esse trem na minha mão tá chein de bala...
Mió passá logo os trocados que eu num tô bão hoje.
Vai andando, uai ! Tá esperando o quê, sô?!


ASSALTANTE CARIOCA
Aí, perdeu, mermão
Seguiiiinnte, bicho
Tu te fu. Isso é um assalto .
Passa a grana e levanta os braços rapá .
Não fica de caô que eu te passo o cerol....
Vai andando e se olhar pra tras vira presunto


ASSALTANTE PAULISTA
Pô, meu ...
Isso é um assalto, meu
Alevanta os braços, meu .
Passa a grana logo, meu
Mais rápido, meu, Pô, se manda, meu


ASSALTANTE GAÚCHO
O gurí, ficas atento
Báh, isso é um assalto
Levanta os braços e te aquieta, tchê !
Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê.
Passa as pilas prá cá ! E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro fala.


ASSALTANTE DE BRASILIA
Querido povo brasileiro, estou aqui no horário nobre da TV para dizer que no final do mês, aumentaremos as seguintes tarifas: Energia, Água, Esgoto, Gás, Passagem de ônibus, Imposto de renda, Lincenciamento de veículos, Seguro Obrigatório, Gasolina, Álcool, IPTU, IPVA, IPI, ICMS, PIS, COFINS, CPMF...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Livros do blog do Monthiel

Talvez um dos melhores hábitos que adquiri na minha vida foi o da leitura. É incrível como não me vejo mais sem um livro na mão quando estou no trem, no ônibus, no metrô, na cama antes de dormir, em todos os lugares. Em 2008 eu li diversos livros, muitos mesmo, alguns deles podem ser encontrado nessa lista.

Já para 2009 a lista deu uma crescida. São diversos os títulos e diversos os autores. Espero poder comprar todos eles para ter em minha estante. Espero também que você goste da lista e também compre um, ou dois... Ah, e não esqueçam, saibam que estou aberto a presentes para o Natal e o Ano novo.

Vou listar pela ordem de importância e de leitura que farei. São eles:

1 - 1808 (Laurentino Gomes)
2 - O mundo assombrado pelos demônios (Carl Sagan)
3 - Deus, um delírio ( Richard Dawkins );
4 - Ensaio sobre a cegueira (Jose Saramago);
5 - O Castelo de vidro (Jeannette Walls);
6 - A sombra do vento (Carlos Ruiz Zafon);
7 - A cabana (William P. Young);
8 - O vendedor de sonhos (Augusto Cury);
9 - Uma breve história do mundo (Geoffrey Blainey);
10 - As memórias do livro (Geraldine Brooks);

Atualmente estou lendo O mundo de sofia e está maravilhosamente bom.

Não esqueçam, podem me mandar um de presente, ficaria muito grato. E assinem o feed.

Deixe seus comentários sobre os livros mencionados, e indique bons livros para mim e para os meus leitores.
Gostou? Entre no site e vote no artigo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A história de Pinóquio


O livro do menino de madeira foi escrito em 1881 por Mario Collodi, Itália. No livro original, Pinóquio é um menino egoísta que intencionalmente mata seu companheiro grilo, esmagando-o com uma maleta. Ele também tem que aprender o caminho da responsabilidade de um modo mais difícil - ele chega a ser amarrado e a ter seus pés queimados.

Rede social


A Rede Mundial de Intercâmbio de Livros, a BOOKCROSSING, conta atualmente com 721.953 membros e 5.198.377 livros registrados, tendo por objetivo transformar o mundo inteiro numa biblioteca.


Para acessar a rede é necessário inicialmente se cadastrar. Obtenha mais informações, visitando BOOKCROSSING Portugal, que conta com 8.000 membros e trata-se de uma versão de apoio do site internacional.


Boa visita e divulgue!

Fonte da Imagem:
Site BOOKCROSSING

Livros que os jovens lêem


Literatura

Ficções de sucesso
Saiba quais são os livros mais vendidos na cidade entre os jovens. Gossip Girl está na lista

Paula Lima da Redação e Thadeu Braga
especial para O POVO
13 Nov 2008 - 01h00min

A+ A- Mudar tamanho
Imprimir Corrigir Permitam-se a viagem. Saiam por aí e tenham coragem para entrar onde não foram chamados, conhecer vampiros, dizer não às drogas, presenciar vexames e, claro, se apaixonar. Calma! Não estamos pregando maus valores, esses são apenas alguns dos enredos pelos quais os livros mais vendidos na cidade, entre os jovens, irão conduzir quem encarar a aventura de ler títulos como Crepúsculo, de Stephenie Meyer, O Diário da Princesa, de Meg Cabot, As Crônicas de Nárnia, de C.S. Lewis, Vampiro Rei, de André Vianco, Deltora Guest, de Emily Rodda e por aí vai.

A reportagem do O POVO percorreu quatro livrarias da cidade - Nobel, Siciliano, Lua Nova e Livro-técnico - para saber de que tipo de leitura a galera que tem entre 12 e 20 anos está atrás. Os vendedores revelaram os livros mais vendidos aos jovens e apontaram um novo cenário da literatura "teen": Harry Potter continua sendo um sucesso, mas como o bruxinho de J.K. Rowling cresceu, ou melhor, prosperou, outras histórias estão despertando o interesse, como Crepúsculo e Deltora Guest. E quem pensa que a faixa etária que se encanta com essas ficções está restrita ao mundo teen engana-se. Livros recém-lançados como Crepúsculo e Lua Nova, por exemplo, atingem uma faixa etária que chega a ultrapassar os 30 anos, assim como Marley & Eu, John Grogan, e A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak. Os temas nem de longe são bobinhos ou água-com-açúcar. As séries O Diário da Princesa e Gossip Girl,Cecily von Ziegesar, ámostram que ter 15 anos nem sempre é um conto de fadas e que assuntos como drogas, álcool, traições e sexo fazem parte do cotidiano. O sucesso desses livros é tanto que a maioria já ganhou adaptações para o cinema (As Crônicas de Nárnia, Crepúsculo, O Diário da Princesa, Harry Potter, Marley & Eu) ou para a televisão, como a famosa série Gossip Girl.

A receita não é difícil de desvendar: misturam-se aventuras, vampiros, bruxos ou seres de outro mundo em clima de romance, às vezes comédia, e muita adrenalina. O resultado são ficções viciantes o suficiente para ler de uma só vez. E ler é o que grande parte dos jovens mais gosta de fazer. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro, divulgada este ano, os jovens são os que mais lêem no País. áDos 95,6 milhões de leitores no Brasil, 39% estão na faixa etária de 5 a 17 anos e outros 14% possuem entre 18 e 24 anos. O público entre 11 e 13 anos chega a ler 8,6 livros por ano. O volume entre os leitores de 5 a 10 anos é de 6,9 livros por ano. No mesmo período, os brasileiros de 14 a 17 anos lêem em média 6,6. E (desculpem, meninos!) o estudo mostra que as mulheres lêem mais que os homens - 5,3 contra 4,1 livros por ano.

O Buchicho Teen apresenta a lista dos livros mais vendidos e procurados na cidade, que figuram também em listas como a da revista Veja, Época, do site Submarino.com, Americanas.com. E diz por que vale a pena embarcar na viagem desses clássicos ou contemporâneos autores.

Os livros

A Menina que roubava livros, de Markus Zusak, Editora Intrínseca, preço médio R$ 21,50.
A história foi inspirada nas conversas que o autor, um australiano de apenas 31 anos,áouvia de seus pais sobre a infância na Alemanha - a ascensão de Hitler, o fanatismo nazista e o Holocausto. Quem narra é ninguém menos que a própria Morte,que é a menina Liessel. A linguagem poética emociona e o incomodo que provoca é o responsável por despertar sentimentos nobres sobre a existência humana. Páginas para rir e para chorar.
Diário da Princesa, de Meg Cabot, Editora Record, Preço médio R$ 21,90.
Ao todo são 11 livros da série e dois longas-metragens em que a atriz Anne Hathaway vive Mia, a princesa protagonista das histórias.
Vale a pena ler porque Mia conta com todo bom humor sobre as nóias que toda menina tem. Depois de descobrir ser herdeira de um reino na Europa, ela vai viver como princesa, mas enfrenta as mais hilárias e difíceis situações.
Crepúsculo, de Stephenie Meyer, Editora Íntrinseca, Preço médio R$ 31,90.
A história de amor entre uma humana e um vampiro é desenrolada em quatro volumes da série originalmente chamada de Twilights. No Brasil o segundo volume, Lua Nova, chegou mês passado e as outras edições devem chegar por aqui em 2009.
Vale a pena ler porque é inevitável se apaixonar pelo casal que se ama, mas não pode ficar junto, pelas razões óbvias. Momentos de adrenalina fazem você não largar o livro antes de terminar. Em dezembro estréia nos cinemas a adaptação para os cinemas de Crepúsculo.

Turno da Noite, de André Vianco, Editora Novo Século, Preço médio (volume único) R$ 59,90.
O Turno da Noite é uma trilogia em que vampiros recém-trazidos para a vida noturna são atraídos por um vampiro ancião, que vive em São Paulo, chamado Ignácio. Ele oferece proteção e ensinamentos para os novatos em troca de suas habilidades para lutar contra o crime organizado.

Nessa eletrizante saga, vampiros, lobisomens e anjos se misturam num conflito envolvendo muita ação e mistério, que vai te envolver do começo ao fim. Passagens de prender o fôlego misturam terror e aventura no Brasil, já que o autor é brasileiro.

As crônicas de Nárnia, de Editora Martins Fontes, Preço médio (volume único) R$ 52,60.
A série de livros As crônicas de Nárnia,publicada nos anos 50, já ganhou adaptações para o rádio, teatro, televisão e cinema, narra as aventuras de uma terra fictícia chamada Nárnia, onde animais podem falar e pensar e criaturas mitológicas aparecem em todo lugar.

Recomendamos você entrar nesse universo de Nárnia porque aguça sua imaginação e faz você viajar por diversos mundos paralelos. Uma temática excelente para quem gosta de jogos RPG.

Deltora Guest, de Emily Rodda, Editora Fundamento, Preço Médio R$ 24,80
A série de fantasia tem 15 livros publicados e conta as aventuras de três companheiros enquanto viajam através da terra mágica de Deltora. A autora se baseou na estrutura de um video-game para criar a terra, após ter assistido um partida de suas crianças no vídeo-game.

Vale a pena ler porque o mundo imaginário da série é tão detalhista que faz parecer para gente tudo muito real. Legal também é que cada livro inclui mapas, ilustrações e diagramas.

Gossip Girl, de Cecily von Ziegesar, Editora Record, Preço médio R$ 25.
É uma série de 12 livros que conta detalhes da vida de jovens da elite de Nova Iorque. A história é narrada por uma misteriosa blogueira que conta o dia-a-dia dos personagens em seu endereço eletrônico. Com um universo de romances, intrigas, fofocas e consumo desenfreado, o livro virou uma série de TV de sucesso exibida, aqui no Brasil, pela Warnel Channel.

Vale a pena você ler porque ler sempre é bom e também porque serve de referência, já que o universo dessas garotas se resume apenas em futilidade, inveja e arrogância. Tudo bem, que dá para se divertir com as histórias que sempre misturam traição, fofocas e muito luxo.

Obra de Izabel Allende, sua vida e amorte da filha

Paula, Isabel Allende

"Paula", de Isabel Allende, é o testemunho contado na primeira pessoa sobre a morte de uma filha. Como se de uma viagem ao sofrimento humano se tratasse, o livro percorre também a vida da escritora, entrecortada por alegrias e tristezas, acontecimentos que fizeram história, personagens diversas, amores e desilusões Isabel Allende garante que esta obra não é sobre a morte. "O meu livro 'Paula' é uma memória trágica da história da morte de uma jovem rapariga, mas sobretudo uma celebração da vida. (...) A sua longa agonia deu-me a oportunidade única de rever o meu passado." Com efeito, embora "Paula" tenha como ponto de partida e fio condutor a doença da filha da escritora, o livro vai-se transformando num autêntico documento autobiográfico, à medida que Isabel Allende faz desfilar as figuras e os acontecimentos que intervieram na sua vida. Não se trata de uma mera obra auto-complacente, portanto.
Texto extraído de MegaAlexandria-ebooks.Pode fazer download



quarta-feira, 12 de novembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Ser negro

Não vou dizer que ser negra foi a razão para meus insucessos. Mas posso afirmar que contribuiu. Desde bebê, passei por situações que não teria passado se fosse branca. Resolvi tornar públicas minhas inquietações, no exato momento em que um negro venceu o Campeonato de Fórmula Um e outro foi eleito presidente dos Estados Unidos. Artistas, atletas de outras modalidades que não o futebol e modelos venceram o preconceito, conseguindo sucesso na carreira. Porém, ainda há muito por fazer, ainda há muito chão para percorrer.
Hoje em dia é fácil encontrar uma revista ou um programa com negros. Mas, quando eu era criança isso era raro. Cresci me achando feia, porque meu corpo não se enquadrava no padrão estético; este padrão era de pessoas brancas. Nos meios de comunicação, não apareciam negros; era como se nós não existissimos. Em menina, minha mãe mantinha meu indomável cabelo curtinho. Quando cresci, passei anos usando produtos para o manter artificialmente liso. Uma tia prendia meu nariz com prendedor de roupa, para o afinar. Usei cores de maquiagem que não combinavam com o tom de minha pele, simplesmente porque não havia opções. Além disso, tentava disfarçar minhas ancas largas e minhas nádegas protuberantes, próprias de mulheres negras, com blusas e calças largas. Enfim, eu tentava me embranquecer para ser aceita na sociedade. Por isso eu entendo o Michael Jackson e não o julgo. Talvez, se eu tivesse seu poder aquisitivo, teria tentado modificar minha aparência; não para ficar mais bonita, mas para ser feliz. Como não tenho sua conta bancária, com o passar dos anos acabei me conformando. A experiência me mostrou que ser negro, não é só uma questão de pele, mas de atitude; não adiantaria eu mudar por fora, se por dentro eu continuaria negra. Sim, porque ser negro não é só uma questão de melanina, mas de consciência. A gente passa por tanta coisa, que a cabeça fica diferente; eu posso afirmar isso por experiência própria, pois não sinto e vejo o mundo como uma pessoa branca. Simplesmente, não acontece.
Meu pai morreu de cancer, há vinte anos atrás. Ele era negro e lutou até seu último minuto de vida para ser aceito pela sociedade. Ele queria ter os mesmos direitos dos brancos, uma vez que tinha os mesmos deveres. Ele era ateu, mas nunca conheci ninguém que respeitasse mais a Deus e seguisse seus princípios. Quando criança, ele não pode estudar num colégio católico em Pelotas, onde nasceu; era a melhor escola da cidade e meu avô podia bancar. Mas, os padres deixaram claro que ele sofreria hostilidades e nada poderiam fazer para as impedir. Assim, para que ele 'não sofresse', seria melhor estudar noutra escola. Ele nunca desistiu. Veio para Porto Alegre, estudou e se formou Engenheiro Agrônomo pela UFRGS. É bonito ver a foto da turma de formandos - lá está ele, o único. Aliás, ele começou fazendo engenharia civil, mas recebeu a orientação de mudar de curso, pois teria mais dificuldade em conseguir emprego... Adivinha porque? Ele foi ser funcionário público, pois teria estabilidade e melhores oportunidades. Era muito disciplinado e estudioso. Tinha opiniões firmes e não temia as expor. Só teve que maneirar suas convicções comunistas, durante a ditadura militar; ele era esperto. Sabia que a morte ou o exílio seria seu destino; assim, nunca mudou sua maneira de pensar; só fez uma retirada estratégica. Foi casado, praticamente, toda a sua vida adulta, ou seja, procurou ter estabilidade emocional e viver em familia. Ele não negava suas origens, mas queria outras alternativas que não o futebol ou a música (até porque não tinha vocação para tal); assim, batalhou muito e procurou fazer tudo como os 'brancos': ter curso superior, um bom emprego, patrimônio (casa própria, carro), conhecimento e reconhecimento. Sempre saia bem vestido e barbeado. Nos dedos, a aliança e o anel de formatura; no pulso um relógio Ômega; nos pés, sapatos de cromo alemão. Mandava para revistas e jornais seus escritos sobre a condição negra e suas teses sobre a situação da agricultura no país; ele já apregoava o 'agrobusiness', há cinqüenta anos, mas não era levado a sério. Ele sofreu muito. O preconceito se materializa em atitudes, palavras e maltrata. Só o vi chorar uma vez, quando me pediu que eu rezasse ao 'meu Deus' para o levar embora, pois seu corpo fora vencido pela doença e estava cansado. "Ele" o atendeu.
TEXTO DE PENNY


http://penny-pennyblog.blogspot.com/

Do grupo Blogs educativos

domingo, 9 de novembro de 2008

Direitos humanos

DIREITOS HUMANOS...



*Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na tv:



De mãe para mãe...



Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a

transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM

em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das

dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como

de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.



Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi

que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que

você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de

Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc....



Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto.



Quero com ele fazer coro.



Enorme é a distância que me separa do meu filho.

Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as

despesas que tenho para visitá-lo.

Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto,

inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto

da família.

Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha,

para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou

estupidamente num assalto a uma vídeo locadora, onde ele, meu filho,

trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.



No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo

carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores

no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...



Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa,

pode ficar tranqüila, viu? que eu estarei pagando de novo, o colchão

que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.



No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante

destas 'Entidades' que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de

conforto, e talvez me indicar 'Os meus direitos' !'

Circule este manifesto! Talvez a gente consiga acabar com esta

inversão de valores que assola o Brasil.

Direitos humanos são para humanos direitos !!!


Texto que está circulndo na internet.


Dicionário inFormal

O dicionário de português gratuito para internet, onde as palavras são definidas pelos usuários.
Uma iniciativa de documentar on-line a evolução do português.
Não deixe as palavras passarem em branco, participe definindo o seu português!


http://www.dicionarioinformal.com.br/

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Sou professora de Língua portuguesa.

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